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A alegria de considerar o poder de um pai na vida de um filho

Existe uma força silenciosa que muitas vezes passa despercebida: o impacto que a relação com o pai pode exercer sobre a forma como um filho caminha pela vida.
Nas Constelações Familiares, utilizamos a expressão “tomar o pai”, que significa reconhecer que a vida chegou até nós através dele e dizer internamente: “Eu recebo você como meu pai e recebo a vida que veio por meio de você”.
Tomar o pai não é concordar com tudo o que aconteceu, esquecer dores ou negar ausências.
É reconhecer a realidade como ela foi e permitir que o pai ocupe o lugar que lhe pertence na história do filho.
Quando isso acontece, algo frequentemente se reorganiza na alma e no modo de ocupar o próprio lugar no mundo.
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Um pai se fortalece como pai, quando reconhece o seu lugar de filho

Nas Constelações Familiares, existe uma compreensão importante sobre a hierarquia: a vida flui daqueles que vieram antes para aqueles que vieram depois. Os pais dão e os filhos recebem.
Quando um homem consegue tomar o seu próprio pai e reconhecer de onde veio a sua vida, algo se organiza internamente e fortalece sua capacidade de ocupar o lugar da paternidade.
Tomar o pai significa concordar com tudo o que aconteceu, sem querer mudar o passado, pois isso é impossível, não considerar que ele foi perfeito, é um homem comum como todos os outros.
Significa reconhecer: “A vida chegou até mim através de você, e eu a recebo”.
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Quando fazer as pazes com o pai abre espaço para novos movimentos na vida profissional

Nem sempre as dificuldades profissionais estão relacionadas apenas ao mercado, à formação ou à estratégia de negócios.
Em muitos casos, elas também dialogam com a forma como nos relacionamos com a nossa própria história.
Na abordagem das Constelações Familiares, o pai representa, simbolicamente, o movimento em direção ao mundo, ao trabalho, à realização e à prosperidade.
Isso não significa que o sucesso dependa de ter tido um pai perfeito.
Muitos pais foram ausentes, rígidos, adoeceram cedo ou enfrentaram suas próprias limitações.
Ainda assim, permanece um fato importante: metade da nossa vida chegou até nós por meio dele.
Uma das Ordens do Amor, descritas por Bert Hellinger, é a do pertencimento.
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